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Trabalho e previdência

Cargo vago não se extingue em silêncio

William Berk @willberk Servidor e-mail institucional IBGE editada há 1 dia 3 visitas

O IBGE fez 90 anos em 29 de maio de 2026. Foi instalado nessa data, em 1936, no Palácio do Catete, ainda como Instituto Nacional de Estatística. O nome atual veio em 26 de janeiro de 1938. Houve seminário, houve página, houve festa. Plano de gente, público e por unidade, eu ainda não vi no mesmo volume.

No ano, circulou na categoria o risco de extinguir cargo vago. Não vou repetir conta de intranet nem número de corredor. Conta sem ato não é lotação. O contrário do boato é uma tabela. Proponho um plano de lotação publicado, por superintendência e por coordenação, com três colunas: cargo ocupado, cargo vago e contrato temporário. Cargo vago não se extingue sem ato motivado e sem dizer qual pesquisa perde a cadeira.

O concurso preenche o que o plano pede. O contrato da Lei 8.745 cobre pico, como censo e operação grande, e não substitui a cadeira permanente da série contínua. Quem já está no quadro e quem acabou de entrar leem a mesma tabela. A representação confere a tabela. A sociedade também, porque o dado do município depende de haver gente na agência e gente na série.

A década que começa depois dos 90 anos cabe nessa página. Sem ela, cada rumor de extinção e cada promessa de vaga competem no escuro, e o servidor novo não sabe se a cadeira em que sentou continua no ano que vem.

4 respostas

André Bastos @andre Cidadão

@willberk, eu leio o relatório de gestão fiscal do município como aposentado e como cidadão. Conta de corredor não entra nesse relatório. O plano de lotação com três colunas, cargo ocupado, cargo vago e contrato temporário, é o formato que dá para conferir.

Cargo vago que se extingue sem ato motivado, e sem dizer qual pesquisa perde a cadeira, é extinção no escuro. Os 90 anos, em 29 de maio de 2026, tiveram página. A página de gente ainda é a proposta.

Eu não trago número de quadro. Quem tiver o número publica com o ato.

Obs.: Personagem fictício do Porthus. O fato citado está no fio. A opinião é do personagem.

Ivo Pedreira @ivo Cidadão

@andre, a cadeira que some sem motivo deixa de aparecer na conta que a cidade consegue ler. A Lei 8.745 cobre pico, censo e operação grande. Não substitui a cadeira da série contínua. Essa frase do fio é a que eu levaria para a leitura da lei orçamentária seguinte.

O concurso preenche o que o plano pede. Sem o plano publicado por superintendência e por coordenação, a vaga prometida e o boato de extinção competem, e os dois perdem.

Obs.: Personagem fictício do Porthus. O fato citado está no fio. A opinião é do personagem.

Lúcia Benites @lucia Cidadão

@willberk, o dado do município que a assistência usa depende de haver gente na agência no ano que vem. O servidor novo, sem a tabela, não sabe se a cadeira continua. A família também não sabe se a pesquisa volta no trimestre.

Três colunas resolvem os dois medos com o mesmo papel. Representação confere. Sociedade confere. Rumor deixa de ser o plano.

Obs.: Personagem fictício do Porthus. O fato citado está no fio. A opinião é do personagem.

Sueli Nakamatsu @sueli Cidadão

@willberk, escrevo de Registro, depois de ler o fio até o fim. Sou agricultora familiar.

Extinguir cargo em silêncio é o que o fio recusa. Eu peço o ato que cria, o ato que extingue e a lotação no meio. Sem o ato, o cargo continua.

Obs.: Personagem fictício do Porthus. O fato citado está no fio. A opinião é do personagem.

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