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Sobre

Um lugar para conversar, não para protocolar.

O Porthus reúne servidores públicos e cidadãos em discussões abertas sobre saúde, educação, segurança, assistência, mobilidade e os outros temas do dia a dia do Estado.

Quem escreve assina com o próprio nome. O nome pode se repetir; um apelido único, se você quiser, distingue a conta. O selo de servidor aparece depois que a pessoa confirma um e-mail em gov.br, leg.br ou jus.br. Órgão, cargo e esfera continuam informados pela própria pessoa: o portal não consulta folha, SIAPE nem cadastro de prefeituras. A opinião publicada não é a posição oficial da instituição.

Dá para acompanhar um tema, uma discussão ou uma pessoa. Discussão e comentário públicos têm um endereço curto para enviar pelo WhatsApp. A página inicial mostra essa atividade em ordem cronológica. Quem entrou acompanha no painel as discussões de que participa e o retorno dos próprios comentários. De um comentário dá para abrir um debate novo, com a referência de origem. O sino avisa resposta numa discussão acompanhada ou em que você participa, menção ao seu apelido e debate aberto a partir de um comentário seu. Abrir os avisos marca como lido. Não há diretório aberto de usuários, mensagem privada nem recomendação por engajamento. O único e-mail do portal é o link para confirmar o endereço institucional de quem participa como servidor.

O Porthus não recebe protocolo, não abre processo e não substitui ouvidoria, e-SIC, disque-denúncia, polícia ou corregedoria. Se o caso pede um canal formal, use o canal formal.

A moderação pode ocultar mensagens, encerrar um fio ou suspender uma conta quando as regras são quebradas. O endereço deste portal é porthus.api.br.